Condições degradantes: fazendeiro é condenado a pagar 500 mil por danos morais coletivos

Os empregados não possuíam condições mínimas de higiene. Também faltavam ações de segurança do trabalho e alojamentos adequados. Dinheiro será destinado a projetos sociais

09/03/2016 - O grupo Torre, que arrendava uma fazenda em Tabaporã, interior de Mato Grosso, foi condenado a pagar 500 mil reais de indenização por dano moral coletivo depois da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE-MT) constatar que os empregados viviam em condições degradantes. Os empregados não possuíam condições mínimas de higiene e faltam ações de segurança do trabalho e alojamentos adequados.

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Mediação do MPT põe fim à greve de trabalhadores no Complexo Hidrelétrico de Apiacás

15/12/2015 - O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alta Floresta realizou, no dia 2 de dezembro, mediação entre a Construtora Quebec, uma das empresas responsáveis pela construção do Complexo Hidrelétrico de Apiacás, e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins do Estado de Mato Grosso (Sintecomp) e conseguiu pôr fim à greve iniciada em 25 de novembro. 

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JBS de Alta Floresta é condenada em R$ 1 milhão por negligenciar segurança de trabalhadores

A empresa foi acionada pelo MPT na Justiça do Trabalho por praticar dumping social e descumprir medidas de proteção contra incêndios e vazamentos de amônia

09/10/2015 - A pedido do Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT), a Justiça do Trabalho condenou a JBS S/A, dona das marcas Friboi e Seara, ao pagamento de um milhão de reais por expor a vida de 270 trabalhadores da unidade em Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá. O valor refere-se à reparação pelo dano moral coletivo causado pela empresa e, ainda, pela prática de dumping social: diminuição dos custos de produção por meio da precarização da mão de obra, a fim de tornar-se mais competitiva no mercado.

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Bradesco é condenado em R$ 500 mil por obrigar empregados a transportar valores sem escolta

15/06/2015 - A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou, por unanimidade, recurso do Bradesco contra a decisão que o condenou ao pagamento de indenização de R$ 500 mil a título de indenização por danos morais coletivos, por exigir que empregados do setor administrativo transportassem valores sem escolta. Segundo a Turma, o valor tem caráter pedagógico e não pode ser considerado exorbitante, tendo em vista a condição econômica da instituição financeira.

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