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Corinthians e Santos reforçam compromisso com o Pacto Ninguém Se Cala

Durante clássico realizado no último domingo (9), os clubes paulistas promoveram uma série de ações de conscientização sobre o respeito e a proteção às mulheres dentro e fora dos campos

12.03.2025 | SÃO PAULO (SP) Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, Corinthians e Santos reforçaram seu compromisso com a luta pelo fim da violência contra as mulheres. Durante o clássico realizado no último domingo (9), os clubes paulistas promoveram uma série de ações de conscientização, destacando a importância do respeito e da proteção às mulheres dentro e fora dos campos.

A iniciativa ganha ainda mais relevância diante dos dados alarmantes da pesquisa “Violência Contra Mulheres e o Futebol”, realizada pelo Instituto Avon e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O estudo revela que a violência doméstica aumenta em quase 26% nos dias em que um dos times da cidade joga.

A ação faz parte do Pacto Ninguém se Cala, do qual os times são signatários. O pacto integra as iniciativas do Projeto Estratégico Nacional Florir: semeando ações pelo fim da violência contra a mulher, idealizado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em parceria com o Ministério Público de São Paulo (MPSP). O objetivo é engajar toda a sociedade em campanhas de conscientização, oferecer suporte às vítimas de violência e disseminar informações sobre as leis e canais de denúncia.

O Pacto Ninguém se Cala também destaca a importância dos Protocolos Não se Cale (Leis paulistas 17.621/23 e 17.635/23) e do Protocolo Não é Não (Lei Federal 14.786/2023), que devem ser aplicados em favor das trabalhadoras. Esses protocolos determinam a adoção de medidas de acolhimento e proteção às vítimas de violência de gênero, especialmente em organizações do setor de lazer e esportivo.

O jogo entre Corinthians e Santos, além de ser um momento de celebração do futebol, serviu como um importante palco para reforçar a luta contra a violência de gênero, mostrando que o esporte pode e deve ser um agente transformador na sociedade.

*Com informações da PGT

Assessoria de Comunicação ∣ MPT-MT
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