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Ação Integrada: projeto de combate ao trabalho escravo qualifica 23 trabalhadores

30/03/2017 - "Agradecemos a Deus, em primeiro lugar, por mais essa vitória alcançada, agradecemos às nossas famílias, que sempre nos apoiaram, agradecemos ao Ação Integrada, porque foi o projeto que valorizou as três classes de pessoas mais humilhadas e massacradas do Brasil e do mundo, que são os negros, os pobres e os trabalhadores resgatados". A fala integrou o discurso emocionado de Agnaldo da Silva, trabalhador que recebeu, na última sexta-feira (24), o certificado de conclusão do curso de Operador de Máquinas e Implementos Agrícolas, em cerimônia realizada na sede do Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT).

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Nota a ex-empregados da AJCL Serviços

13/03/2017 - O Ministério Público do Trabalho (MPT) informa que as 41 pessoas constantes na lista abaixo, que trabalharam na AJCL Serviços e Construções Eireli, têm o prazo de um ano, a contar de 23/01/17 (data do trânsito em julgado de sentença proferida no processo ACC 375-91.2015.5.23.007, em trâmite na 2ª Vara do Trabalho de Cuiabá), para pleitear verbas trabalhistas decorrentes de ação movida pelo MPT em Mato Grosso contra a empresa e sua proprietária, Tânia Guedes Junqueira. 

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MPT processa dono do Comper por irregularidades trabalhistas e pede R$ 20 milhões de indenização

03/03/2017 - O Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT) ajuizou ação civil pública em face do Grupo Pereira, dono da rede Fort Atacadista, Supermercados Comper e Bate Forte, por irregularidades trabalhistas que causaram prejuízos, inclusive, a menores de idade. Na ação, o MPT pede que as empresas sejam condenadas ao pagamento de indenização de R$ 20 milhões por danos morais coletivos.

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Prazo para Ministério do Trabalho divulgar lista suja do trabalho escravo vence dia 7

Liminar foi dada pela Justiça do Trabalho em Brasília após ação do MPT, que pede o cumprimento de portaria interministerial de 2016.

02/03/2017 - O ministro do Trabalho Ronaldo Nogueira e a União têm até o dia 7 de março para publicar o Cadastro de Empregadores flagrados com mão de obra análoga à de escravo, conhecido como lista suja. A decisão da Justiça do Trabalho de Brasília atende aos pedidos formulados em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal (MPT-DF). Em caso de descumprimento, está prevista multa diária de R$ 10 mil, além da possibilidade da aplicação de outras medidas para a efetivação da liminar.

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